Malassezia em cães

A Malassezia é um fungo encontrado na flora tecidual dos seres vivos do reino animalia e raramente causam problemas ao animal. Todavia, diversas vezes o microorganismo tem uma ação oportunista e acaba se multiplicando em larga escala quando acontece alguma alteração na pele. Desta maneira é que ocorre uma doença chamada malasseziose, que é uma patologia que causa lesões na pele dos animais.
 A malasseziose gera lesões nas regiões do abdômen, tórax, face, parte inferior dos dedos e caso chegue ao conduto auditivo causará a otite externa, que é uma inflamação. Orelhas pendulosas, umidade e pelos em demasia são fatores que contribuem para que a otite ocorra.
 O tratamento da malasseziose tem como objetivo a diminuição da população de fungos. Para que isso aconteça, devem-se ser realizados periodicamente banhos terapêuticos com shampoo antifúngico ou farmacos de aplicação direta no conduto auditivo. Em casos reincidentes e mais graves, ou que tenham infecção secundária, pode ser necessário o tratamento sistêmico.


Essas informações foram tiradas do site: http://vansil.com.br/malassezia-em-caes-3/

Cistite em cães

Cistite é um problema que surge depois que a parede da bexiga  inflama, existe vários motivos para a doença aparecer, mas o mais comum é a presença de bactérias que entram pelo intestino, em geral é causada pela Escherichia coli.
Pode afetar cães de de todas as idades e sexo, mas costuma ser mais comum em fêmeas adultas e cachorros mais idosos.
Além disso, a origem da cistite pode ser medicamentosa, pois a quimioterapia pode diminuir a ação do sistema imunológico do animal, deixando-o vulnerável a essas bactérias. Ou como resposta de algumas doenças, à exemplo da diabetes, cálculos renais, tumores e a ação de alguns fungos invasores no organismo.

Os cães que apresentam cistite costumam não gosta da hora de urinar, isso porque o ato de urinar arde e incomoda o animal. Mesmo assim, o cão tende a fazer xixi várias vezes e sempre em pequenas quantidades. A urina pode apresentar variação de cor, se tornando mais escuro e por vezes é acompanhado de sangue.

Em alguns casos mais avançados, o cão pode apresentar febre, fraqueza, falta de apetite e uma grande debilidade física. Um cão muito animado, por exemplo, pode mudar o comportamento em instantes, podendo ficar abatido e com uma moleza no corpo.

Apenas um veterinário pode detectar se seu cão está com cistite, por isso, ao desconfiar que seu cachorro está com essa infecção, leve-o diretamente para uma clinica veterinária para que possam ser feitos testes e exames 


As informações foram tiradas dos sites: 

https://anda.jusbrasil.com.br/noticias/243569805/cistite-em-caes-conheca-sintomas-diagnostico-e-tratamento
https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/saude/2018-07-25/cistite-em-caes.html

Leptospirose canina

A Leptospirose é uma zoonose de distribuição mundial que apresenta o cão como importante hospedeiro, sendo crucial seu diagnóstico e tratamento nesta espécie, que possui estreita relação com o homem. É causada por uma bactéria espiroqueta patogênica da família Leptospiraceae, gênero Leptospira, da espécie Leptospira interrogans.

Após entrarem em contato com o hospedeiro pelas mucosas nasais, orais ou conjuntivais, da pele lesada ou após contato prolongado com a água, as leptospiras rapidamente promovem infecção sistêmica através da corrente sanguínea, atingindo e replicando-se em diversos tecidos, incluindo rim, baço, fígado, sistema nervoso central, olhos e trato genital. Esta fase inicial, denominada leptospiremia, pode persistir por até 10 dias, até o hospedeiro montar uma resposta imunológica efetiva contra a bactéria, eliminando o organismo da corrente sanguínea e da maioria dos tecidos, persistindo somente em locais imunoprivilegiados, como os olhos e os túbulos renais, dando início à fase de leptospiúria, quando o animal elimina as leptospiras no ambiente, via urina

Os sinais clínicos dependem da resposta imunológica do hospedeiro frente à infecção e do sorovar infectante. Frequentemente, na fase aguda, são observados sinais de anorexia, vômitos, letargia, febre, dor abdominal, dispneia, taquipneia, icterícia, oligúria, anúria e uveíte
O diagnóstico é feito por meio de exames sorológicos, microbiológicos e moleculares, além da anamnese, sinais clínicos e exames hematológicos do paciente. 

As informações foram tiradas do artigo: Leptospirose canina: Relato de caso

Bordetella em cães


A bordetella é uma doença causada por uma bactéria que atinge tanto os animais como os humanos
Embora nos humanos a doença não aconteça frequentemente,existem alguns casos em que o individuo contraiu a doença estando imunossuprimido,mas também já foram relatados casos em que o paciente estava saudável.


Esta bactéria é conhecida popularmente por causar a "tosse dos canis",este nome popular é devido a forma de contagio da bactéria,que pode ser  por contato direto ou pelo ar,o que vai causar diversos surtos em cães que vivem juntos, como em canis e abrigos.                Em um cachorro saudável, a Bordetella pode manifestar-se simplesmente com tosse, por outro lado, em um filhote, pode chegar a ser fatal.



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Sintomas de infecção por Bordetella em cães

A bactéria Bordetella causa uma traqueobronquite infecciosa canina (tosse dos canis).
Quando um cão está infectado por este agente patogênico produz-se uma manifestação que afeta principalmente o aparelho respiratório e podemos observar no cachorro afetado os seguintes sintomas:
  • -Tosse persistente
  • -Arcadas, vômitos
  • -Perda de apetite
  • -Febre
  • -Letargia
  • -Expectoração de secreções respiratórias
A presença de um ou vários destes sintomas deve alertar-nos e devemos tentar que o cão afetado tenha assistência veterinária o quando antes, igualmente importante é que se proceda ao isolamento do cão afetado, caso contrário, a bactéria pode se propagar.

Vacina canina contra a Bordetella

A partir das 3 semanas de vida, um cachorro pode ser vacinado contra a Bordetella, no entanto, a distribuição desta vacina não é tão ampla como em outros casos e em algumas zonas geográficas pode não ser encontrada. A vacina pode ser administrada via subcutânea ou nasal, o veterinário pode aconselhar você sobre qual é a melhor opção.
A renovação desta vacina é anual ou semestral no caso de alguns cães adultos, e nem todos os cães precisam dela, sendo especialmente indicada para quando o nosso pet vai conviver com vários cães.


Referência:
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-01092015-143702/en.php




Cinomose canina

A cinomose é uma doença infecciosa muito grave, causada por um vírus  chamado morbillivirus. Ela apresenta um alto índice de óbito, acometendo principalmente animais da ordem carnívora, podendo ate mesmo ser um leão, porem na rotina de clinica veterinária, os cães são os principais alvos dessa doença.
A prevenção da doença é a vacinação, que é super importante se o seu animal for um filhote.



Achamos um vídeo super interessante no youtube do canal Petlove, onde está tudo bem explicado para que os tutores possam entender a importância da vacinação dos seus bichinhos e saber como agir com essa doença tão grave.


Abaixo veja o video:



As informação acima foram retiradas também do artigo: "Cinomose canina: aspectos relacionados ao diagnóstico, tratamentoe vacinação

PARVOVIROSE CANINA

PARVOVIROSE CANINA

A parvovirose canina é uma doença que acomete principalmente cães. É de origem viral, e o vírus que acomete a doença se chama parvovírus. Ela é de extrema importância, pois preocupa muito os médicos veterinários por se tratar de uma doença com alto índice de mortalidade, alem dela ser uma zoonose. 

A doença acomete principalmente no aparelho digestivo dos cães, onde apresenta elevados níveis de diarreia (podendo apresentar sangue) e êmese, que acabam acarretando no animal ficar desidratado, podem apresentar também conjuntivite, em animais jovens podem ter hipertermia e em animais mais velhos a hipotomia. Em animais jovens é bastante comum apresentar inflamação no coração, o que acaba levando o animal a óbito por ser de uma rápida evolução.


As informações acima foram tiradas do artigo: PARVOVIROSE CANINA – REVISÃO DE LITERATURA, onde vocês podem estar acessando para terem mais informações da doença.

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http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/aS7jms0pQR8BMrS_2013-6-21-12-5-2.pdf
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