Leptospirose canina

A Leptospirose é uma zoonose de distribuição mundial que apresenta o cão como importante hospedeiro, sendo crucial seu diagnóstico e tratamento nesta espécie, que possui estreita relação com o homem. É causada por uma bactéria espiroqueta patogênica da família Leptospiraceae, gênero Leptospira, da espécie Leptospira interrogans.

Após entrarem em contato com o hospedeiro pelas mucosas nasais, orais ou conjuntivais, da pele lesada ou após contato prolongado com a água, as leptospiras rapidamente promovem infecção sistêmica através da corrente sanguínea, atingindo e replicando-se em diversos tecidos, incluindo rim, baço, fígado, sistema nervoso central, olhos e trato genital. Esta fase inicial, denominada leptospiremia, pode persistir por até 10 dias, até o hospedeiro montar uma resposta imunológica efetiva contra a bactéria, eliminando o organismo da corrente sanguínea e da maioria dos tecidos, persistindo somente em locais imunoprivilegiados, como os olhos e os túbulos renais, dando início à fase de leptospiúria, quando o animal elimina as leptospiras no ambiente, via urina

Os sinais clínicos dependem da resposta imunológica do hospedeiro frente à infecção e do sorovar infectante. Frequentemente, na fase aguda, são observados sinais de anorexia, vômitos, letargia, febre, dor abdominal, dispneia, taquipneia, icterícia, oligúria, anúria e uveíte
O diagnóstico é feito por meio de exames sorológicos, microbiológicos e moleculares, além da anamnese, sinais clínicos e exames hematológicos do paciente. 

As informações foram tiradas do artigo: Leptospirose canina: Relato de caso

PARVOVIROSE CANINA

PARVOVIROSE CANINA

A parvovirose canina é uma doença que acomete principalmente cães. É de origem viral, e o vírus que acomete a doença se chama parvovírus. Ela é de extrema importância, pois preocupa muito os médicos veterinários por se tratar de uma doença com alto índice de mortalidade, alem dela ser uma zoonose. 

A doença acomete principalmente no aparelho digestivo dos cães, onde apresenta elevados níveis de diarreia (podendo apresentar sangue) e êmese, que acabam acarretando no animal ficar desidratado, podem apresentar também conjuntivite, em animais jovens podem ter hipertermia e em animais mais velhos a hipotomia. Em animais jovens é bastante comum apresentar inflamação no coração, o que acaba levando o animal a óbito por ser de uma rápida evolução.


As informações acima foram tiradas do artigo: PARVOVIROSE CANINA – REVISÃO DE LITERATURA, onde vocês podem estar acessando para terem mais informações da doença.

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http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/aS7jms0pQR8BMrS_2013-6-21-12-5-2.pdf

ESPOROTRICOSE - QUAL O DIAGNOSTICO?

ESPOROTRICOSE - QUAL O DIAGNOSTICO?
Resultado de imagem para esporotricoseA esporotricose é uma doença que acomete felinos em sua maioria, sendo ela uma zoonose. Ela é de origem fungica, sendo ele o fungo dimórfico Sporothrix schenckii. A sua forma clinica pode ser em: cutânea, cutâneo - linfática ou disseminada. Na maioria dos casos, são as cutâneas, com predisposição de serem encontradas na parte dorsal da cabeça do animal e o tronco.
Nos gatos, a forma mais frequente é a cutânea e ela se manifesta como lesões papulonodulares geralmente localizadas na região cefálica, na parte distal dos membros ou na base da cauda. As áreas acometidas ulceram e drenam exsudato purulento, levando à formação de crostas espessas. O diagnóstico é feito por um imprint da ferida em uma lamina e esta amostra é enviada para citologia, podemos ver nos post da @drapolyana_felinos como é feito essa coleta.

Os videos abaixo foram retirados do insta da @drapolyana_felinos.





A informações acima foram restiradas do artigo: "ESPOROTRICOSE EM FELINOS DOMÉSTICOS"




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