Cistite em cães

Cistite é um problema que surge depois que a parede da bexiga  inflama, existe vários motivos para a doença aparecer, mas o mais comum é a presença de bactérias que entram pelo intestino, em geral é causada pela Escherichia coli.
Pode afetar cães de de todas as idades e sexo, mas costuma ser mais comum em fêmeas adultas e cachorros mais idosos.
Além disso, a origem da cistite pode ser medicamentosa, pois a quimioterapia pode diminuir a ação do sistema imunológico do animal, deixando-o vulnerável a essas bactérias. Ou como resposta de algumas doenças, à exemplo da diabetes, cálculos renais, tumores e a ação de alguns fungos invasores no organismo.

Os cães que apresentam cistite costumam não gosta da hora de urinar, isso porque o ato de urinar arde e incomoda o animal. Mesmo assim, o cão tende a fazer xixi várias vezes e sempre em pequenas quantidades. A urina pode apresentar variação de cor, se tornando mais escuro e por vezes é acompanhado de sangue.

Em alguns casos mais avançados, o cão pode apresentar febre, fraqueza, falta de apetite e uma grande debilidade física. Um cão muito animado, por exemplo, pode mudar o comportamento em instantes, podendo ficar abatido e com uma moleza no corpo.

Apenas um veterinário pode detectar se seu cão está com cistite, por isso, ao desconfiar que seu cachorro está com essa infecção, leve-o diretamente para uma clinica veterinária para que possam ser feitos testes e exames 


As informações foram tiradas dos sites: 

https://anda.jusbrasil.com.br/noticias/243569805/cistite-em-caes-conheca-sintomas-diagnostico-e-tratamento
https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/saude/2018-07-25/cistite-em-caes.html

Leptospirose canina

A Leptospirose é uma zoonose de distribuição mundial que apresenta o cão como importante hospedeiro, sendo crucial seu diagnóstico e tratamento nesta espécie, que possui estreita relação com o homem. É causada por uma bactéria espiroqueta patogênica da família Leptospiraceae, gênero Leptospira, da espécie Leptospira interrogans.

Após entrarem em contato com o hospedeiro pelas mucosas nasais, orais ou conjuntivais, da pele lesada ou após contato prolongado com a água, as leptospiras rapidamente promovem infecção sistêmica através da corrente sanguínea, atingindo e replicando-se em diversos tecidos, incluindo rim, baço, fígado, sistema nervoso central, olhos e trato genital. Esta fase inicial, denominada leptospiremia, pode persistir por até 10 dias, até o hospedeiro montar uma resposta imunológica efetiva contra a bactéria, eliminando o organismo da corrente sanguínea e da maioria dos tecidos, persistindo somente em locais imunoprivilegiados, como os olhos e os túbulos renais, dando início à fase de leptospiúria, quando o animal elimina as leptospiras no ambiente, via urina

Os sinais clínicos dependem da resposta imunológica do hospedeiro frente à infecção e do sorovar infectante. Frequentemente, na fase aguda, são observados sinais de anorexia, vômitos, letargia, febre, dor abdominal, dispneia, taquipneia, icterícia, oligúria, anúria e uveíte
O diagnóstico é feito por meio de exames sorológicos, microbiológicos e moleculares, além da anamnese, sinais clínicos e exames hematológicos do paciente. 

As informações foram tiradas do artigo: Leptospirose canina: Relato de caso
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